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Governo e Fiscalização - Comissão Executiva

Sumário | Assembleia Geral | Conselho de Administração | Comissão Executiva | Conselho Fiscal | Revisor Oficial de Contas | Comissão de Remunerações | Comissão de Riscos Financeiros | Comissão de Auditoria e Controlo Interno | Comissão de Nomeações, Avaliação e Remunerações | Comissão de Governo da Sociedade | Secretário da Sociedade | Auditores Externos | Administração do Banco Português de Investimento | Administração do Banco de Fomento de Angola | Modelo Organizativo de Negócio do Grupo BPI | Organograma Funcional do Grupo


Composição
Presidente da Comissão Executiva
Competências


A Comissão Executiva dispõe de amplos poderes de gestão para a condução da actividade corrente do Grupo, sendo o seu exercício objecto de permanente acompanhamento pelo Conselho de Administração. Estes poderes, delegados pelo Conselho de Administração, estão concretamente expressos, em cada momento, no regulamento de funcionamento do órgão. Encontram-se, assim, vedados à Comissão Executiva todos os actos de gestão que não se encontrem previstos na lista de competências que faz parte do respectivo regulamento.
  Funcionamento da Comissão Executiva  
 
Obter regulamento da Comissão Executiva do Conselho de Administração do Banco BPI
 
  Membros da Comissão Executiva  
 
Experiência e qualificação profissional dos membros da Comissão Executiva
 
  Regulamento do Direito de Reforma  
 
Obter Regulamento do Direito de Reforma
 
Composição

A Comissão Executiva do Conselho de Administração (Comissão Executiva, CECA) do Banco BPI actualmente é composta por sete Administradores executivos profissionais e independentes de quaisquer accionistas ou interesses específicos.

É política do Grupo BPI que os elementos que integram a Comissão Executiva apenas exerçam outros cargos sociais por indicação do Banco quando este detém participações de relevo nessas sociedades.

Membro Cargo Principais áreas de responsabilidade
Fernando Ulrich Presidente Contabilidade, Planeamento e Estatística; Análise e Controlo de Riscos; Risco de Crédito a Particulares; Riscos de Crédito Empresas e Negócios; Recuperação de Crédito a Empresas; Programa Lean; Gestão de Activos.
António Domingues Vice-presidente Financeira; Auditoria e Inspecção; Segurança; Banca Institucional e Sector Empresarial do Estado; Serviços Financeiros - Moçambique; Jurídica; Compliance; Relações com Investidores; Unidade de Business Development - África; Banco de Fomento Angola.
José Pena do Amaral Vogal Marketing; Comunicação e Gestão da Marca; Relações Públicas; Recursos Humanos; Empresários e Negócios e Parcerias Comerciais; Seguros.
Maria Celeste Hagatong Vogal Banca de Empresas; Project Finance; Financiamento à Construção; Crédito Especializado a Empresas; Gabinete para África; Sucursal Banco BPI em Espanha.
Manuel Ferreira da Silva Vogal Acções; Corporate Finance; Estudos Económicos e Financeiros; Sucursal do BPI Investimentos em Espanha; Private Equity.
Pedro Barreto Vogal Organização e Qualidade; Sistemas de Informação; Aprovisionamento, Outsourcing e Património; Operações; BCI (Moçambique).
João Oliveira e Costa Vogal Banca de Particulares, Empresários e Negócios; Não residentes; Private Banking; Private Banking Internacional; Centros de Investimento.


Presidente da Comissão Executiva

O Presidente da Comissão Executiva do Conselho de Administração é Fernando Ulrich. Foi designado pela primeira vez para exercer a liderança executiva do Banco, por unanimidade, pelo Conselho de Administração em 3 de Dezembro de 2003 com efeitos a partir da Assembleia Geral de 20 de Abril de 2004.

As competências dos Presidentes do Conselho de Administração e da Comissão Executiva encontram-se claramente definidas pelos dois regulamentos relativos ao funcionamento e competências dos respectivos órgãos.


Competências

Principais competências da Comissão Executiva

Por deliberação do Conselho de Administração, é delegada na Comissão Executiva do Conselho de Administração a gestão corrente da Sociedade, nesta se compreendendo todos os poderes de gestão necessários ou convenientes para o exercício da actividade bancária nos termos e com a extensão com que a mesma é configurada na lei, e, nomeadamente, poderes para decidir e para representar a Sociedade nas seguintes matérias:

operações de concessão de crédito ou financiamento;
prestação remunerada de garantias pessoais;
prestação de garantias reais que tenham por objecto valores mobiliários e que sejam necessários ou convenientes para a prossecução das actividades compreendidas no objecto da Sociedade;
realização de operações cambiais;
realização de operações passivas;
emissão de obrigações de caixa e instrumentos financeiros de natureza similar;
subscrição, aquisição, alienação ou oneração de participações de capital em quaisquer sociedades, à excepção das participações em Bancos e Companhias de Seguros;
aquisição, alienação ou oneração de quaisquer outros valores mobiliários;
aquisição, alienação e oneração de bens móveis e imóveis;
aquisição de serviços;
admissões, definição dos níveis, categorias, condições remuneratórias e outras regalias dos colaboradores, bem como atribuição de cargos directivos;
exercício do poder disciplinar e aplicação de quaisquer sanções;
abertura ou encerramento de sucursais ou agências;
designação de quem deverá representar o Banco nas assembleias gerais das sociedades suas participadas, fixando o sentido de voto aí expresso;
designação das pessoas que deverão exercer os cargos sociais para os quais o Banco venha a ser eleito, bem como das pessoas que o Banco deva indicar para se candidatarem a quaisquer cargos sociais, salvo os membros do Conselho de Administração dos Bancos que a Sociedade controle;
emissão de instruções vinculantes às sociedades que estiverem com a Sociedade em relação de grupo constituído por domínio total;
representação do Banco em juízo ou fora dele, activa e passivamente, compreendendo a instauração e contestação de quaisquer procedimentos judiciais ou arbitrais, bem como a confissão, desistência ou transacção em quaisquer acções e a assunção de compromissos arbitrais;
constituição de mandatários, com ou sem procuração, para a prática de determinados actos, ou categorias de actos, definindo a extensão dos respectivos mandatos.

No que diz respeito às operações de concessão de crédito ou de financiamento e à prestação remunerada de garantias pessoais, não poderá resultar envolvimento em relação a uma só entidade (ou, se a mesma estiver inserida num grupo, em relação ao grupo) superior a 15% dos capitais próprios consolidados do Banco BPI. Acima deste montante, o envolvimento terá de ser decidido em reunião plenária do Conselho de Administração.


 
Última actualização: 17-07-2014