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Governo e Fiscalização - Comissão de Riscos Financeiros

Sumário | Assembleia Geral | Conselho de Administração | Comissão Executiva | Conselho Fiscal | Revisor Oficial de Contas | Comissão de Remunerações | Comissão de Riscos Financeiros | Comissão de Auditoria e Controlo Interno | Comissão de Nomeações, Avaliação e Remunerações | Comissão de Governo da Sociedade | Secretário da Sociedade | Auditores Externos | Administração do Banco Português de Investimento | Administração do Banco de Fomento de Angola | Modelo Organizativo de Negócio do Grupo BPI | Organograma Funcional do Grupo

A Comissão de Riscos Financeiros é um órgão consultivo do Conselho de Administração e compete-lhe, sem prejuízo das competências que cabem ao Conselho Fiscal, acompanhar a política de gestão de todos os riscos financeiros da actividade da Sociedade, designadamente os riscos de liquidez, de taxa de juro, cambial, de mercado e de crédito, bem como acompanhar a política de gestão do Fundo de Pensões da Sociedade.

  Regulamento da Comissão de Fiscos Financeiros  
 
Obter regulamento da Comissão de Riscos Financeiros
 
Composição

A Comissão de Riscos Financeiros é composta por três a seis membros do Conselho de Administração que não integrem a Comissão Executiva prevista no artigo 18º dos Estatutos da Sociedade e, se o Conselho de Administração assim o entender, por pessoas que não pertençam a esse órgão, por ele livremente escolhidas tendo em atenção o seu conhecimento especializado na área de intervenção da Comissão de Riscos Financeiros.

O número de membros da Comissão de Riscos Financeiros que não tenham a qualidade de membros do Conselho de Administração é sempre inferior a metade do número total dos membros que a compõem.

Os membros da Comissão de Riscos Financeiros são nomeados pelo Conselho de Administração, que designará igualmente um Presidente.


Composição da Comissão de Riscos Financeiros
Presidente
  Artur Santos Silva
Vogais
  Marcelino Armenter Vidal

Competências

As principais competências da Comissão de Riscos Financeiros, descritas no respectivo regulamento, são, em resumo, as seguintes:

Quanto aos Riscos Financeiros, acompanhar:
a gestão da liquidez e o plano de financiamento a médio e longo prazo, incluindo o plano de contingência;
os riscos de mercado, taxa de juro, liquidação de operações cambiais e de crédito associadas a derivados;
os riscos da carteira de obrigações, de acções e de outros títulos;
os activos financeiros mobilizáveis junto do BCE;
a situação, investimentos e responsabilidades do Fundo de Pensões do Banco.

Quanto aos Riscos de Crédito acompanhar:
a evolução da carteira de crédito e dos incumprimentos; a análise dos incumprimentos superiores a 250 mil Euros;
a evolução das imparidades; a análise das 50 maiores imparidades;
a evolução e análise das empresas em observação sem imparidades;
A evolução dos riscos de crédito por classes: superiores a 10M€ e inferiores a 25M€, superiores a 25M€ e inferiores 75M€, superior a 75M€ e inferior a 300M€ e, finalmente, superiores a 300M€;
A análise de sectores com mais alto risco, nomeadamente, imobiliário, construção civil e automóvel;
O crédito concedido ao sector empresarial do Estado;
A carteira de crédito de entidades residentes em Espanha;
A carteira de crédito de não residentes em Portugal e Espanha;
A evolução dos imóveis recebidos em pagamento e respectivas imparidades superiores a 250 mil Euros;

Caberá ainda à Comissão de Riscos Financeiros acompanhar:
Os modelos de medição de risco e cálculo dos fundos próprios adoptados internamente;
As implicações do acordo de ajuda externa a Portugal, nomeadamente no que respeita à análise da solvabilidade de activos de crédito, ao programa de desalavancagem e ao de cumprimentos dos objectivos de Core Tier I;
Os processos de "Stress Tests" do Banco de Portugal e da EBA;
As Directivas Comunitárias e orientações do Banco de Portugal relativas aos riscos financeiros e aos riscos de crédito;
Os trabalhos em curso com vista à adopção do IRB;
A situação e Perspectivas de evolução do Banco face às exigências de Basileia III;
Os processos de rating;
E dar parecer sobre Exposições de Risco de Obrigações superiores a 50M€.
 
Última actualização: 02-07-2012